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Outras bequilhas – Parte 1

O Clube Aero Boero apresenta algumas aeronaves de treinamento, convencionais como o Aero Boero.

Cessna 140

Imagem: Julian Herzog

Imagem: Julian Herzog

Produzido pela primeira vez em 1946, continua sendo uma aeronave muito utilizada no mundo. Particularmente, é um equipamento com bom emprego para o treinamento de pilotos em aviões convencionais.

Poucas escolas de aviação utilizam o C-140 no Brasil. Entretanto, todos aqueles que tiveram o prazer de voar em um 140 guardam um grande carinho por este pequeno avião.

Uma das diferenças do C-140 para o Aero Boero é a fuselagem toda de metal. A Aeronave possui motores de 85 e 90 HP, e vale frisar a boa capacidade de planeio do avião após o arredondamento para pouso.

Para todos aqueles que aprenderam a voar em um AB-115, pilotar um Cessna 140 pode ser uma experiência muito prazerosa.

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Paulistinha

Paulistinha é uma aeronave monomotora de treinamento básico que equipou as escolas de aviação do país como principal avião de instrução antes da chegada dos Aero Boero na década de 1990.

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Imagem: Renato Spilimbergo Carvalho

Embora o Paulistinha seja visualmente muito parecido com o Aero Boero, são grandes as diferenças do avião produzido no Brasil para seu similar argentino.

Por exemplo, as asas do Paulistinha, semi-cantiléver, são de madeira revestidas em tela. Igualmente, a aeronave não possui um sistema elétrico para alimentação de rádio e transponder em seu projeto original.

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Imagem: Renato Spilimbergo Carvalho

O Paulistinha, embora cada vez mais raro, ainda está presente na frota de algumas escolas de aviação do país.

É uma aeronave histórica que marcou positivamente a aviação brasileira e que forma aviadores há quase 70 anos nos céus do Brasil.

 

Veja também

O Clube Aero Boero está sobrevoando o Brasil para mostrar os detalhes da aviação de treinamento no país. Veja mais em Expedição Aeroclubes do Brasil.

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